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A importância do pré-natal na saúde ocular da criança

A importância do pré-natal na saúde ocular da criança

Por Márcia Asevedo, para a revista Veja Bem

 

 

Rubéola, toxoplasmose e sífilis são algumas doenças que podem contagiar os bebês ainda no ventre da mãe. Para minimizar os riscos e até evitar esse tipo de problema, é importante que as mulheres, durante a gravidez, tenham acompanhamento por meio do exame pré-natal, evitando assim, problemas de visão da mãe e do filho que vai nascer. É possível encontrar atendimento gratuito nos postos de saúde da rede pública.

Considerando um direito de toda grávida, o exame deve começar nos primeiros três meses de gestação. A unidade de saúde que fará o atendimento deve prestar todas as informações a respeito da importância do pré-natal, como ter uma alimentação saudável, higiene pessoal e comportamento sexual . A saúde ocular do bebê precisa ser garantida desde essa fase.

Segundo dados do Portal Brasil (MS), cerca de 40% das causas de cegueira infantil são evitáveis ou tratáveis; e a prevenção é o melhor tratamento. A toxoplasmose e a rubéola podem afetar as mães nos três primeiros meses de gravidez, podendo causar cegueira e problemas neurológicos na criança. Durante a formação do feto, pode ocorrer má-formação dos olhos, esse é um dos problemas oculares que tornam essencial o exame pré-natal, pois dessa forma será possível identificar e tratar adequadamente cada doença detectada, para que a criança tenha uma boa saúde ocular. 

Sífilis

No bebê a doença pode causar alteração ocular grave como baixa visão, alterações da retina e até cegueira.

Toxoplasmose

As complicações da doença no bebê podem ser má-formação cerebral e cicatriz na retina, podendo causar alteração visual importante.

Herpes Genital (HSV-2)

Se após um intervalo de tempo, houver reincidência dos efeitos dessa doença durante a gravidez, a criança pode ser contaminada, podendo ter infecções oculares na pele e na boca.

Rubéola

Se a mãe for contaminada durante a gravidez, a criança vai contrair rubéola congênita, além da possibilidade de ter catarata e até cegueira.

Outra questão importante é a alimentação da mãe do período de gravidez; o baixo consumo de vitamina A pode causar doenças oculares na criança. 

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